O indígena no Brasil contemporâneo
É
indubitável a importância do indígena na formação do patrimônio nacional
brasileiro, desde o período de colonização até o século XXI. Estes cidadãos são
os primeiros habitantes do país e não recebem o respeito e tratamento dignos de
tal titulo, visto que, em 1500 existiam estimadamente de 4 a 5 milhões de povos
indígenas e em 2019 existem aproximadamente 300 etnias que lutam para
sobreviver em um período de globalização e desmatamento de terras.
A Constituição cidadã de 1988 deu pela primeira vez um significado ao termo “terras indígenas”, dizendo que são locais demarcados para uso único destes povos para desfrutar. Ter um território próprio para exercer sua cultura e costumes é de suma importância para qualquer pessoa, principalmente esse grupo étnico, que desta forma encontra um meio de preservar sua rica descendência cultural para gerações futuras, por conseguinte, ajuda a promover uma preservação do meio em que vivem.
O Brasil é um pais construído no genocídio contra povos indígenas. Essa situação ocorre desde o período colonial com a chegada dos portugueses no território brasileiro no século XV. Os índices de homicídios registrados pela CACI (Cartografia de Ataques Contra Indígenas) mostram que durante o decorrer de três décadas mais de mil indígenas foram mortos no ambiente que vivem, dados estatísticos obtidos fazendo um comparativo com a situação do estado desde de 1985 até 2017, ou seja, a cada ano mais pessoas são mortas em seus habitat natural.
Diante do exposto, é necessário que o Governo federal, juntamente com o poder legislativo, elabore leis mais firmes e punitivas para invasores de terras demarcadas previamente, através de uma parceria com o poder judiciário podendo punir estes invasores. Essa coligação de esferas políticas resultaria também em medidas mais severas e punitivas a questão de homicídios, fazendo assim com que este dado diminua e os culpados sejam presos, promovendo uma reparação histórica para esses povos.
Autoria própria
A Constituição cidadã de 1988 deu pela primeira vez um significado ao termo “terras indígenas”, dizendo que são locais demarcados para uso único destes povos para desfrutar. Ter um território próprio para exercer sua cultura e costumes é de suma importância para qualquer pessoa, principalmente esse grupo étnico, que desta forma encontra um meio de preservar sua rica descendência cultural para gerações futuras, por conseguinte, ajuda a promover uma preservação do meio em que vivem.
O Brasil é um pais construído no genocídio contra povos indígenas. Essa situação ocorre desde o período colonial com a chegada dos portugueses no território brasileiro no século XV. Os índices de homicídios registrados pela CACI (Cartografia de Ataques Contra Indígenas) mostram que durante o decorrer de três décadas mais de mil indígenas foram mortos no ambiente que vivem, dados estatísticos obtidos fazendo um comparativo com a situação do estado desde de 1985 até 2017, ou seja, a cada ano mais pessoas são mortas em seus habitat natural.
Diante do exposto, é necessário que o Governo federal, juntamente com o poder legislativo, elabore leis mais firmes e punitivas para invasores de terras demarcadas previamente, através de uma parceria com o poder judiciário podendo punir estes invasores. Essa coligação de esferas políticas resultaria também em medidas mais severas e punitivas a questão de homicídios, fazendo assim com que este dado diminua e os culpados sejam presos, promovendo uma reparação histórica para esses povos.
Autoria própria
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