aula 7


A aula de antropologia foi iniciada com a musica fruta estranha, da cantora estadunidense Billy Hollyday. Essa musica trata a forma que o negro é abordado na sociedade da época –e até na atual- como uma fruta estranha que foi castigada e penalizada por todos. O professor decorreu a aula falando conosco sobre alguns temas, tais como o conceito de supremacia, de acordo com meu entendimento, os supremasitas agem de formas diferentes hodiernamente, como por exemplo, no atual momento do século XXI, a organização KKK não é mais tão forte  quanto era no século XX com as leis segregacionistas. Existem novas formas de impor e fazer racismo na sociedade, não somente com o terror que eles praticam, infelizmente.

Varias teorias do século XIX foram as responsáveis pelo modelo de racismo que existem em diferentes países, tais como Brasil e Estados Unidos..A hibridização era considerado algo completamente abominável e desrespeitoso com as raças puras que existiam, um conceito que foi estudado pela turma através do livro de Roberto Da Matta, que explica as raízes do racismo à brasileira, um tema muito polemico e complexo de ser compreendido.

Ainda no século passado, logo no começo, existiam muitas falas que eram carregadas de preconceito e discriminação, no entanto, era considerado “ok” para a época, tal como a fala do diretor do museu de São Paulo, na qual ele defende o extermínio de povos originários, já que para ele são considerados povos primitivos e retrógrados. Essa fala é muito similar com o que o atual presidente da republica, Jair Bolsonaro, disse, segundo ele, os índios eram povos primitivos, e que era necessário intervir em seu habitat natural, é notório o anacronismo que existe aqui.

Mesmo sabendo que no passado os grandes cientistas eram extremamente racistas, ainda no presente momento, existem locais que prestam homenagem a eles, é notado isso na homenagem feita a Nina Rodrigues, um medico que teorizava que a criminalidade era fruto da mistura das raças. A ultima teoria racial a ser publicada foram nos anos 60, porém em forma de livro, e não artigo, comprovando que a comunidade cientifica nesse período já não considerava esses preceitos racistas como validos. A grande comprovação que a miscigenação não era algo que sujava a sociedade foi dada pela ciência genética.
Ainda sim, muitos grupos extremistas acreditam nessas teorias e se acham no direito de discriminar os outros., por isso gostaria de finalizar com um questionamento.
No Brasil, quem é negro e quem é branco?


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